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10/11/12
18/05/12
Cadáver Esquisito
Inaugurou dia 11 de Maio "Co-Eficiência: algumas variáveis" no espaço Sput & Nik the Window (Porto).
Exposição Coletiva
Curadoria de Guy Amado
Artistas:
ana efe, Cláudia Lopes, Dalila Gonçalves, Daniel Silvestre da Silva, Domingos Loureiro, Luís Fortunato Lima, Manuel Alves, Marta Lima, Ronaldo Macedo, Samuel Silva, Sandra Brás, Sofia Ponte, Sofia Torres.
ana efe, Cláudia Lopes, Dalila Gonçalves, Daniel Silvestre da Silva, Domingos Loureiro, Luís Fortunato Lima, Manuel Alves, Marta Lima, Ronaldo Macedo, Samuel Silva, Sandra Brás, Sofia Ponte, Sofia Torres.
CO-EFICIÊNCIA: ALGUMAS VARIÁVEIS
"Marcel Duchamp destacou a existência de um hiato, no processo artístico, entre a intenção e a realização final da obra. Chamaria a esta equação de coeficiente artístico; uma lacuna entre o que permanece inexpresso embora intencionado, e o que é expresso não intencionalmente pelo artista.
Entretanto, como mensurar efetivamente este coeficiente artístico – e seria isso possível?
Em Coeficiência: Algumas Variáveis, pretende-se explorar estas e outras questões em uma operação que valoriza o exercício coletivo de problematização ou tensionamento do próprio fazer artístico por meio da produção de 14 artistas. E onde a noção de "resultado" é relativizada e mantida em aberto".
"Marcel Duchamp destacou a existência de um hiato, no processo artístico, entre a intenção e a realização final da obra. Chamaria a esta equação de coeficiente artístico; uma lacuna entre o que permanece inexpresso embora intencionado, e o que é expresso não intencionalmente pelo artista.
Entretanto, como mensurar efetivamente este coeficiente artístico – e seria isso possível?
Em Coeficiência: Algumas Variáveis, pretende-se explorar estas e outras questões em uma operação que valoriza o exercício coletivo de problematização ou tensionamento do próprio fazer artístico por meio da produção de 14 artistas. E onde a noção de "resultado" é relativizada e mantida em aberto".
Guy Amado
07/11/11
Há Monstros na Floresta Gráfica - de volta ao Estúdio Um
"Depois da sua exposição de 2008, Daniel Silvestre da Silva regressa ao espaço do Estúdio Um com desenhos relativos a diferentes séries de ilustrações. Nesse conjunto podem-se observar as várias estratégias gráficas – mais elaboradas ou sumárias – e os diferentes recursos gráficos e plásticos que servem de processo ao autor. Em todos os desenhos se exprime o imaginário marcado pela fantasia, humor e sentido telúrico das formas e dos espaços, num desenvolvimento cada vez mais profundo e versátil."
16/06/10
Espaço Campanhã - A desordem da desrazão
A exposição no Espaço Campanhã apresenta uma série de desenhos que fiz para o livro Amanhã arrebatarei uma besta (escrito e desenhado por mim, ainda por publicar). Neste contexto, com base na leitura do livro, o Pedro Vieira Moura teve a gentileza de escrever um texto bastante esclarecedor e sucinto para acompanhar a circunstância. Aqui segue:
A desordem da desrazão
“Mas o mundo não está lá para ser explicado.
Quando o tentaram fazer, o mundo perdeu,
e os homens perderam-se nas explicações.”
Daniel Silvestre da Silva, Amanhã arrebatarei uma besta
Tu que aqui entras, não abandones a esperança.
Amanhã arrebatarei uma besta é uma novela policial à Poe ou Bustos Domecq: não é tanto o crime que interessa, ou o criminoso, por vezes esquecidos, mas o próprio processo de projecção e reconstrução do facto. Não abandones a esperança de resolver o crime, pois lá chegarás. Mas não esperes que o resolva por ti.
O livro que vês nestas paredes tem quatro capítulos, correspondendo a quatro estádios: a vigília, o adormecer, o sonho e o despertar. Tal como algumas das imagens de Daniel Silvestre da Silva parecem prometer uma construção para mais tarde (uma escultura, uma instalação, uma performance; mas não serão elas já existentes no papel?), procura tu encontrar quatro formas de caminhar pautadas pelo ritmo dos capítulos.
1. Pela manhã: um copo de leite e um abacate (vigília): com o establishing shot para dentro do túnel, acelera o passo, descobre o crime, pensa nas soluções, age rapidamente; ainda estás indeciso, não percebes o que pensar, não há quaisquer decisões.
2. À noite não como nada (adormecer): na turbulência mole do hipnagógico, caminha passo a passo, sem que te apercebas que as imagens que vês e as que imaginas e começam a misturar; surgem-te hipóteses ridículas de um trajecto, mas que fazem agora todo o sentido (descansa, mais tarde perceberás a figura triste que fizeste); estão aqui as pistas para começar a pensar fora do livro.
3. Enquanto durmo dou um festim (sonho): por mais rápido que queiras voltar a andar, há uma força densa, como líquido em teu torno; agora surgem imagens de que já nem te lembravas; chegaste a um local mas não já sabes como; ficas incomodado, parece que falam de ti.
4. Quando desperto estou saciado: tens a sensação de ter regressado a um lugar, mas é a primeira vez que aqui estás; agora és tu que escolhes a velocidade: “depressagarinho” parece-te bem; tens a certeza que foste enganado, mas sabes não ter argumentos para acusar ninguém nem de ser ressarcido da despesa; mas ninguém te pede que agora esvazies os bolsos com o que roubaste; parte da carcaça da besta leva-la tu.
Amanhã arrebatarei uma besta é um objecto de texto ilustrado não (totalmente) identificável: tem tanto de livro de artista como de livro infantil, sem infantilizar a primeira nem tornar hermético o segundo; tem tanto de gesto espontâneo de expressão livre como de planificada estratégia pejada de referências cartografáveis; tem tanto de brve caderno de esboços de coisas a vir como e diário de bordo de coisas vividas. E é precisamente essa tensão, sublinhada pela própria natureza intervalar destes livros (entre texto e imagem, entre cada uma das páginas da sequência, entre cada capítulo, entre cada fio de uma trama que nunca coalesce numa só lógica), que atravessa toda a macro-narrativa do livro, que se despeja de forma especial para a exposição, o seu campo expandido.
Tal como no livro o sonho para que adormecemos não nos faz despertar de regresso ao mesmo sítio, também não sairás daqui pela mesma porta, ainda que aparentemente sim. Há várias direcções a concorrer aqui. Há vários crimes a serem perpretados ao mesmo tempo. Não percas a esperança de cometeres uns quantos também. Se te perderes neles, ganhaste.
11/06/10
Espaço Campanhã
Inauguraçã
Tabacaria
GALERIA DE PAPEL
AMANHÃ ARREBATAREI UMA BESTA
DANIEL SILVESTRE DA SILVA
A narrativa prende-se com a explicação de uma morte improvável. Por outro lado, a estratégia para contar o sucedido emerge da necessidade de jamais dar a conhecer o que se passou. Assim, os artifícios da articulação entre a palavra e a imagem jogam a favor de universos periféricos ao essencial da história, como a recolha de evidências para desvendar o sucedido.
Torna-se então urgente para o observador/leitor conseguir determinar regras para abraçar a interpretação.
Este livro foi forjado para ser sustentado por uma arquitectura que valoriza sobretudo a fruição do espaço, mas também a liberdade de manobra dos seus habitantes. A metáfora da obra como uma construção sugere imediatamente uma sua extensão: se quisermos forçar os fruidores a terem certas experiências que lhes reservámos, incorremos no risco de os condenar a um espaço claustrofóbico; se, por outro lado, abrirmos em demasia o seu espaço de manobra, a construção cede e a obra cai. É necessária uma constante negociação entre aquilo que se mostra e o que não se vê.
http://filhodumboi.no.sapo.pt
http://
ARMAZÉM DE VÍDEO
vdo: return (aka bl4nk) snd: pedro tudela, on paper
(c) the artists (p) cronica
JOÃO CRUZ
O acto de viajar pode ser lido como um rasgar da paisagem. Este trabalho consiste na manipulação directa de um par de samples de vídeo sobre uma faixa sonora de Pedro Tudela. A peça sonora, intitulada rasgão, cristaliza de forma extrema e intensa uma série de acções sobre vários tipos de papel.A manipulação directa do vídeo sobre o áudio procura recuperar o carácter performativo da peça sonora.A faixa audiovisual resultante é posteriormente multiplicada no écran de forma a sublinhar visualmente as flutuações sonoras ao longo do tempo.
vdo:return (aka bl4nk) snd: pedro tudela, on paper
(c) the artists (p) cronica
cronicaelectronica.org
cruz.at
n.Vila Real 1969
Nos últimos 12 anos tem leccionado design de comunicação, cultura digital e disciplinas relacionadas com questões audiovisuais na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.É licenciado em design de comunicação e Mestre em Arte Multimédia pela FBAUP.É editor e membro fundador da Crónica, uma media label sediada no Porto e da Colönia, um estúdio/loja de crácter multidisciplinar.
[ http://cruz.at ] — [ cruz (at) cruz (dot) at ]
Informações
Horário. Terça a Sábado das 14h00 ás 20h00
Entrada. Livre
Morada. Rua Pinto Bessa 170 r/c tras, 122 Armaz 4/5 (atrás do BANIF)
Programação. Ângelo Pinto /Helena Menino / Miguel Pinho
Contactos.
Telef. 220938372
Helena Menino 969232634 /913370256
Miguel Pinho 912897580
linha1@plataformacampanha.com
plataformacampanha@gmail.com
www.plataformacampanha.com
21/09/09
Figura Eminente 2009: Henrique Pousão redesenhado na Reitoria

"Nome incontornável na História da Arte portuguesa, Henrique Pousão (1859 - 1884) viu a sua obra interrompida precocemente aos 25 anos. A partir de quinta-feira, 17 de Setembro, é esse espaço em branco que 14 jovens artistas, todos eles com passagem pelos mestrados em Desenho da Faculdade de Belas Artes (FBAUP), vão procurar colmatar com "Desenho em reserva", a exposição/homenagem que a Universidade do Porto irá dedicar ao pintor portuense, protagonista em 2009 do ciclo Homenagens a Figuras Eminentes da U.Porto.
Depois de ter instituído 2009 como o Ano de Pousão, assinalando desta forma, os 150 anos sobre o nascimento do pintor, a U.Porto prepara-se para reforçar o tributo a um dos seus mais ilustres antigos alunos. Natural de Vila Viçosa, Henrique Pousão formou-se em Desenho Histórico, Arquitectura Civil, Escultura e Pintura Histórica na Academia Portuense de Belas-Artes, antecessora da FBAUP, cujos espaços guardam ainda hoje boa parte do espólio artístico do pintor.
Será então partir do traço de 14 dos seus "sucessores" em Belas Artes que a memória de Henrique Pousão vai ser recordada nos espaços da Sala do Fundo Antigo da Reitoria da U.Porto (Praça Gomes Teixeira, Porto). A exposição inclui vários trabalhos concebidos em torno da 'reserva', conceito que designa, no campo da imagem, os espaços que são deliberadamente deixados em branco. Fica dado o mote para um conjunto de desenhos e instalações de vídeo a partir das quais o visitante será desafiado a entrar em "diálogo" com o desenho enquanto prática artística mas também espaço de investigação, tal como Pousão o antecipara há um século e meio atrás.
É essa contemporaneidade do pintor que a U.Porto celebra agora, juntando o nome de Henrique Pousão à galeria de Figuras Eminentes distinguidas desde 2003. Entre os homenageados estão o médico Abel Salazar, o arquitecto José Marques da Silva, o historiador Artur de Magalhães Basto, o zoólogo Augusto Nobre, os professores Stephen Stoer e Manuela Malpique, e o nutricionista Emílio Peres.
Marcada para as 18h30 de quinta-feira, a inauguração de "Desenho em reserva" vai contar com a presença dos vários artistas convidados, que estarão disponíveis para falar sobre os respectivos trabalhos. Depois deste primeiro momento, a exposição estará aberta ao público até 15 de Outubro, de terça a sexta-feira, entre as 12 e as 18 horas, e ao sábado, das 10 às 18 horas.
A entrada é livre."
Estamos lá! (Texto retirado do sítio da UP)
13/08/09
Marvão
Ultimamente tenho andado longe do meu estaminé informático e é por isso que venho aqui com grande atraso anunciar que tenho uma selecção de desenhos/ilustrações expostos na Câmara Velha - Casa da Cultura de Marvão, de 1 a 31 de Agosto. Estão aí para mostra e venda ilustrações que fiz para os livros Lendas e Toadas do Nosso Povo Singelo e Mitos e Lendas da Terra do Dragão, ambos da Caminho, assim como alguns inéditos (esta palavra soa-me sempre como se andasse entusiasticamente a vender batedeiras de ovos com GPS, mas é mesmo assim que lhe chamam sempre). Aproveito para agradecer à Catarina Machado, que me fez o convite para a exposição que me levou a conhecer o lugar. Pelo sítio vale decididamente a pena: vemos o horizonte em todas as direcções, a comida é refinada e o silêncio nocturno dos mais harmónicos que já ouvi.
02/07/09
A propósito...

Dia 3 de Junho pelas 18h30 na Biblioteca Municipal de Vila-Nova de Gaia vai haver discussão sobre "Os Novos Caminhos da Ilustração", com a participação de Cristina Valadas, Gémeo Luis, Luís Silva, Marc Taeger e José Manuel Saraiva, moderada por Emílio Remelhe. Recomendado: levem amigos e inimigos.
E ainda,COLECTIVA “HISTÓRIAS DO CINEMA”Biblioteca Municipal Rocha Peixoto - Póvoa de Varzim3 a 31 de Julho de 2009INAUGURA DIA 3, SEXTA-FEIRA, PELAS 21H30 COM CONCERTO DOS PORTO RUBYO Clube de Cinema 8 e Meio / ESEQ e o Pelouro da Cultura do Município da Póvoa de Varzim convidam-no para a inauguração da Exposição Colectiva de Artes Plásticas "Histórias do Cinema", sexta-feira dia 3 de Julho, pelas 21H30, na Galeria da Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.Programa extra: Concerto da banda Porto Ruby. Será servido um Porto de Honra.
Lista de participantes AQUI.
(Também lá estamos!)
12/05/09
II Encontro Nacional de Ilustração

Uma das três ilustrações que fiz para o II Encontro Nacional de Ilustração, em São João da Madeira, onde era pedido que se ilustrasse um conto russo intitulado "A minha mãe é a mulher mais bela do mundo". O evento terá lugar nos dias 14, 15 e 16 de Maio com um programa distribuído por vários pontos da cidade. Apareçam!
09/12/08
Maga 2008

Decorrerá entre os dias 11 e 21 de Dezembro, no Espaço Galeria Atelier Arte e Expressão, na Rua Capitão Filipe de Sousa, nº 2-1º, a MAGA - Mostra de Artes Visuais. Deste evento fazem parte uma exposição colectiva de Ilustração, (Ilustra Caldas), que conta com a participação de André Lemos, Bárbara Annes, Bruno Franquet, Carlos Quitério, Catarina Fernandes, César Évora, eu, Eime, Estela Costa, Fátima Ribeiro, Filipa Pontes, Filipe Abranches, Francelina Balteiro, Inês Ribeiro, João Belga, João Cabaço, José Feitor, José Pires, Luís Morcela, Luís Favas, Luísa Passos, Marcos Farrajota, Maria Pereira, Marta Veludo, Nuno Nogueira, Nuno Bettencourt, Pedro Ferreira, Raquel Figueira, Sofia Lourenço, Susana Silva, Tiago Baptista, Tiago Neto, Yannick Schafer, Zorba ;uma exposição retrospectiva de Miguel Rocha; uma mostra de cartazes em serigrafia e venda de fanzines.Este evento, organizado pelo Atelier Arte e Expressão, conta como apoio da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e do IPJ.
21/07/08
30/06/08
Mostra em Guimarães
A partir de amanhã (hoje) terei desenhos expostos no departamento autónomo de arquitectura da universidade do Minho, em Guimarães.
Esta é já a 4ª edição de um ciclo de exposições que o Estúdio Um tem vindo a organizar evidenciando em cada uma delas diferentes etapas processuais do desenho.
Será realizada ainda uma pequena palestra informal para falar sobre estes trabalhos. A decidir: dia e local. A seu tempo o divulgarei por aqui.
04/06/08
Children No More - em Bari

Aí está o cartaz da exposição Children No More, comissariada por Alessandro Dezi e Fiorenza Fillipo por conta da associação Karibu Onlus. Esta é uma associação sem fins lucrativos que se baseia nos princípios da cooperação e da solidariedade para com as populações mais desprotegidas do globo, respeitando a sua autonomia cultural, política e religiosa.
Esta mostra de ilustração e BD pretende sensibilizar a opinião pública para alguns dos mais sérios problemas sociais: o abuso de menores expresso nas mais variadas formas e locais do mundo, perpetrado através da violência doméstica, da pedofilia, da exploração laboral, do turismo sexual, ou do emprego infantil em conflitos armados.
Aqui encontrarão mais alguma informação sobre a exposição, e aqui a lista de intervenientes que contribuíram para que ela se realizasse. A minha contribuição é a imagem que se segue. Já velhota, foi a escolha do Alessandro.
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